Podcast Tenda Materna – Ep. #3 – Autocuidado

Por que é tão difícil a gente se priorizar? Por que quando conseguimos finalmente um tempinho sem os filhos a maioria de nós corre pra cuidar de algo da casa ou do trabalho? Por que será que a gente se coloca em último lugar da lista de cuidados?

Qual foi a última vez que você conseguiu parar e estar com você mesma? Você tem conseguido tempo para conectar com seus sentimentos e suas necessidades? Para se fazer um carinho, se dar um presente, um momento de prazer consigo mesma? Ou a maternidade e outros afazeres do dia-a-dia tem consumido toda sua energia?

TM_ep03_Instagram-300x300 Podcast Tenda Materna – Ep. #3 - AutocuidadoSe a gente quer ter uma relação de qualidade com os filhos, tem que cuidar de si. Não dá para ser uma mãe decente se estamos acabadas. Se estamos estressadas, tristes, impacientes, irritadas, nossos filhos sentem nosso estado e o refletem. Não só eles acabam ficando com o comportamento alterado e mais desafiantes como nós, porque estamos já fora do eixo, acabamos respondendo com mais agressividade, menos tolerância, menos conexão. Aí vira uma bola de neve. Nossa reação faz eles ficarem mais ressentidos, tristes e desconectados, portanto, o comportamento deles tende a piorar ainda mais e a nos deixar mais impacientes, com raiva. Ou seja, não tem pra onde correr. Alguém aqui já se sentiu presa nesse beco sem saída?

Aqui eu percebo claramente que quando a minha relação com a Nara começa a ficar complicada, tenho que me observar. Como eu tô me sentindo? Como eu tenho me tratado? Eu tenho buscado equilíbrio? Eu tenho descansado bem? Tenho praticado a gratidão ou ando mais pessimista e reclamona? Eu noto por exemplo que quando estou mais ansiosa e mais insegura, com pensamentos negativos, de repente ela começa a choramingar muito para pedir as coisas ou fica mais manhosa, reclamona, então eu fico em alerta para ver como eu estou nesses dias. Dificilmente não tem algo em mim deixado de lado.

Nos últimos meses, como acabo de mudar de cidade e estou em fase de adaptação, passei por uma fase de muita ansiedade. Não via a hora da Nara entrar na escolinha e de eu conquistar meu tempo livre novamente, estava apreensiva com a ideia de viver numa cidade com menos de 9 mil habitantes, minha mente ficava divagando muito entre preocupações e expectativas. Eu estava tão inquieta internamente que não conseguia ver o lado bom de tudo o que eu estava recebendo.

Até que dei um basta e decidi transformar minha cabeça, deixando de lado uma postura de vítima e reassumindo minha responsabilidade. Me ajudou ter participado do Mama Bee, um grupo de apoio dentro do Zum Zum de Mães em que utilizamos O Trabalho, de Byron Katie, da Byron Katie, para desconstruir pensamentos estressantes e fazer as pazes com a realidade. Foi maravilhoso ter aplicado O Trabalho com constância por dias seguidos. Junto a isso, comecei a meditar e praticar a gratidão e meu astral mudou muito. Com 15 minutos de meditação e oração do Ho’oponopono todos os dias eu passei a ser outra pessoa, muito mais leve e disponível emocionalmente para maternar.

Quer escutar algumas reflexões sobre o autocuidado na maternidade? Então dá um play no episódio!

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